Sunday, July 19, 2009

Pensamentos do retiro espiritual...

Pensei q o retiro espiritual:
- me desse mais clareza sobre o que quero da minha vida, e deu;
- me trouxesse mais paz interior, e trouxe;
- serenasse meus sentimentos, e fê-lo um pouco mas não me fez voltar a confiar.

Eis q de repente dou por mim a rever filmagens dos concertos de sábado passado e sinto que todo o trabalho espiritual se esvai, momentaneamente... e recupero o rumo do meu raciocínio...

Penso no retiro no que houve de positivo:
- estar na natureza,
- apreender mais conhecimentos de Yoga, e como melhorar o estado do corpo e mente
- fazer novas amizades,
- debater assuntos,
- e mais importante pensar seriamente no meu projeto de vida, construir o meu próprio retiro espiritual onde possa receber as pessoas que queiram seriamente encontrar-se.

Também algo houve de não positivo à primeira vista mas que na verdade é positivo e um grande ensinamento: de como podemos estar em permanente evolução espiritual e termos que estar muito atentos a recaídas!! É tão fácil errar e tão difícil perdoar e “let it go”!

Fez-me ver que mesmo os que se julgam mais iluminados tb têm muitas falhas básicas a nível pessoal e de comportamento social; logo ainda me fez dar mais valor ao ser imperfeito que sou, ao pouco que tenho e tentar perdoar tudo e todos para não me sentir mal comigo pelos erros dos outros ou pelos meus próprios erros!

E com este pensamento me retiro... e em paz!

Sunday, December 28, 2008

Só mais umas palavras, uma breve inspiração…

Amor e Separação,
A Amizade fica.
A dor passa,
Qualquer coisa fica
Embora não me desfaça
Maltrata meu cérebro que habita.
Aceitar? Não percebo!
Compreender? Até compreendo.
E não me contento,
Escrevo o que não devia,
O que me vai o pensamento.
É o tempo que se desfia
Diante deste argumento,
Das ironias da vida.

Thursday, July 17, 2008

A razão tira o lugar à ilusão

A razão tira o lugar à ilusão
Assim caminho dormente
Pelo frio chão e consciente
Que dementes os que me rodeiam são.

Serei eu alma doutro mundo
Revirada do avesso e no fundo
Tudo buscando e não encontrando
Embrenhada no caos, desatinando!

Porquês e nadas perseguem-me
E escrevendo num ápice liberto-me...

Wednesday, August 1, 2007

Thursday, July 26, 2007

Nahama Bay - Egipto - Junho 2007


O kit de sobrevivência para um bom viajante e mergulhador ;)


Um dos 7 crepusculos maravilhosos que presenciei lendo Codex 632 :)



A vista by night do nosso hotel sobre Nahama Bay!



Uma colorida loja de rua em Sham El Seik: ervas, incenso, sabonetes, óleos, etc etc é a ervanária do sitio!


CAMEL DIVE



Quem nos proporcionou uma excelente experiêcia subaquatica, quem foi?? :) CAMEL DIVE, que aconcelhamos vivamente, e seus divemasters Cap. Keep e Eric

Monday, July 23, 2007

Mar Vermelho - 7 Junho 2007


Tirar a máscara de cara, UUHH.. O mais difícil para mim é fazer isto a mais de 12 m de profundidade! Mas vou treinando hehehe!




Coral Salada (Turbinaria mesenterina).. mhum. mhum :)




Vai um atumzinho.. um macho e uma fêmea...





Um passeio pelas grutas, bem interessante



Capt. Keep sempre em busca do peixe graúdo (Napoleonfish) hehehe




Um mauzão do fundo do do mar.. (Triggerfish)





Jardins de Acroporas sp





Table hard coral acropora, fire coral (coral fogo) e muitos peixinhos curiosos (Anthias)




Cá estou a sobrevoar no deep blue.. que saudades destes momentos de pura contemplação meditativa, de perceber quão pequenos somos perante o grandioso mar ou oceano..





Simplesmente magnífico.. nadar por entre um cardume de de peixes morcegos (Batfish)

Saturday, July 21, 2007

recordacões saudosas...



Recorações saudosas so mar vermelho.. da paz do deep blue como o capt. Keep lhe chama :)

Thursday, July 5, 2007

Eis que regresso da minha ausência,
Ou diria mundana vivência
Em que no mundo vaguei,
Deambulei,
Vagarosamente,
Bebendo cultura,
Achando-me interiormente
Juntando pequenos pedaços
Fragmentos da minha alegria,
Ténue euforia…
Seguem algumas fotos marcantes





Dom Catedral





Palácio da Justiça


Friday, April 27, 2007

Este Algarve que eu Amo...

Vale Figueiras: no ultimo suspiro do sol, que de mim se despedia, numa tarde de verão longuinqua...


Porque gosto do mar?

Porque gosto do mar, da nossa protegia Costa Vicentina...
uma homenagem ao meu Algarve que amo e respiro!
Monte Clérigos




São as ironias da minha vida

Ao ouvir Björ numa das suas magnificas canções,
Que adoro, simplesmente,
Entendo que há dor na minha poesia,
Na minha escrita por vezes magoada,
Sentida porque vivida!

Estarei feliz com esta “insustentável leveza” do meu ser?
Esta vida egoísta e vazia?
Só sei e sinto que estou em paz, conflituosamente.

Enevoada e turva fico de repente,
É o passado que vagueia na minha mente.
Eis que escrevo por um breve momento,
Talvez me dê algum alento,
Perante o meu descontentamento...
Persistente, persistente...

São as ironias da minha vida,
Das nossas vidas que deambulam separadamente
Para todo o sempre...
Para todo o sempre?

Friday, April 20, 2007

Jogo de palavras pensadas e repensadas...

Neste dia, nesta tarde os pensamentos custam a fluir.

Prendem-se-me e não se soltam talvez por estar em paz comigo mesma.

...

Cada vez mais acho as conversas banais e sem conteúdo.

Apenas palavras ficam juntas, pessoas trocam conjuntos de sons que se articulam entre si e parecem fazer sentido… Apenas isso!

Mas não, reconheço que por vezes destas conversas banais se unificam laços de amizade, de amor, de irmandade.

Destes momentos de cumplicidade vivemos! Estar somente presente, sem nada de importante para fazer ou dizer, desfrutar o momento de pausa e relaxar.

Embora considere que todos os minutos contam, na realidade a maior parte do tempo “não conta”! Um destes dias explico...

Os grandes momentos da nossa vida só o são porque a maior parte do tempo é desprovido de importância.

...

Como me é característico gosto de pensar sobre mim o que me rodeia, e escrevo, liberto assim a minha mente e certa angústia.

A vida tem episódios cíclicos que repetimos, ou não!

Nós próprios decidimos o que se torna a repetir, está em nós, na nossa vontade, no nosso querer de deixar acontecer.

...

Viver é arriscar, foi o que sempre transmiti, mas será um puro devaneio de uma mente emocionalmente instável? Todos buscamos o mesmo, certo?!

Para já ficam as reticências, os entre aspas, os entre parêntices das nossas dúvidas todas!

Wednesday, April 4, 2007

Objectivos de vida!

Estes são os ténues fios condutores da nossa existência.

São estas metas que nos impelem a agir, a rebuscar dentro do nosso intimo todas as forças necessárias para atingirmos a suposta Felicidade.

Há quem procure caminhar por caminhar!

Há quem caminhe tendo em mente um destino por vezes utópico e inatingível!

Há quem caminhe consciente das suas limitações mas sempre predisposto a chegar mais além do que ao que se tinha comprometido.

Temos que saber sonhar um pouco, lutar e acreditarmos que todo o esforço, infelicidade e dor têm um significado. Os austeros aspectos negativos permitem-nos valorizar os breves momentos de ingénua e pura alegria, felicidade, amor, amizade e tudo mais que se aprecia.

Julgou que não é o destino o que realmente é importante mas sim o processo, o mar (revolto ou calmo) que navegamos todos os dias. È a vida na sua essência, o seu quotidiano construído por rotinas (ou não) que faz sentido.

São os pequenos gestos, expressões faciais (e toda a comunicação não verbal), os pormenores do dia-a-dia que nos fazem sentir alguém especial no meio da amalgama humana.

Não se podem excluir os imprevistos que nos fazem duvidar do nosso papel enquanto personagens deste eterno filme real.

O verdadeiro viver é aceitar sobriamente o momento que se vive e saboreá-lo vagarosamente, nunca esquecendo que este jamais se repete e é efémero.

Façam de cada dia um bom dia :)

Tuesday, March 27, 2007

Minhas memórias sepia de Colónia...

Um dos pontos de chegada.. a estação de combóios ;)

Uma doce vista da zona junto ao rio Reno, que se oculta nesta foto...







A zona do Mercado Antigo, perto do Peters Brauhaus onde se comem bons pratos típicos e se bebe a aguardente Korn ou a deliciosa Apfelkorn :)




A rendilhada Cateral de Colónia... falta-me a inspiração para escrever mais :-/


Espero que tenham gostado e se sitam atraidos por esta bela cidade alemã meus caros leitores ;)

Tuesday, March 6, 2007

Existirão sempre sombras

Encontrei este texto perdido,
Que alguém que o escreveu
Um dia o partilhou comigo...

"Se julgas que no coração reside verdade, julgas mal. Não existe maior mentiroso que o coração. Faz-nos acreditar no impossivel, faz-nos perdoar o imperdoável. Faz-nos cometer loucuras acreditando em utopias, em contos de fada... Faz-nos esquecer que como muita coisa nesta vida, o amor vive dum sentimento a dois...e a partir desse momento tudo foge do teu controlo, e tudo em que acreditas pode rapidamente transformar um sonho num pesadelo.

(...) este sentimento é como a luz. Usamo-nos dela para podermos ver o que nos rodeia, mas se olharmos directamente na sua direcção, deixamos momentaneamente de ver...nesse momento, no amor, cometemos os nossos maiores erros...Porque mesmo não luz, existirão sempre sombras(...)"

Adapta-se!

Pensar a vida, vivê-la enamoradamente. Ao fim e ao cabo vagueamos todos os dias e quando nos deitamos muitas vezes nem nos apercebemos que mais um dia irrepetível terminou e possivelmente não fizemos algo que nos dá prazer, que nos dá energia para seguir em frente.

Poucas são as coisas que nos injectam essa adrenalina ténue, mas é necessário fazermos coisas que nos alegrem.

O tempo escasseia, é verdade, mas há que deixar algum espaço para cuidarmos de nós, para nos mimarmos ainda que egoisticamente sós!

Por vezes acho que nos sentimos psicologicamente “afectados” por futilidades e pensamentos primários para nos esquecermos de algo, de uma insatisfação sentimental qualquer. Temos que nos redimir, que nos reeducar e evoluir espiritualmente.

E porque não por uma mente sã num corpo são?

Há que ter muita força de vontade e gostarmos mais de nós, não tanto pela aparência é certo.. também mas não só. O tempo consome-nos em todos os sentidos e temos que estar alerta para não nos tornarmos tristes, deprimidos, doentes e paranóicos! Ninguém gostará de nós assim, não irão querer a nossa companhia, apenas terão pena do ser em que nos tornamos.

Há que ser positivo sempre, pensar que melhores dias virão e que nenhum estado de infelicidade ou alegria é definitivo e constante!

Todos nós sabemos que temos defeitos, por exemplo sei que sou muito exigente, mas também sei que tenho virtudes e valências.

Em jeito de balanço diria a mim mesma, e o fiel leitor:
- Pensa mais rápido e age mais devagar,
- Fala menos e pensa melhor antes de falar,
- Sê mais tolerante e dá espaço a indecisões e incógnitas
- Procurar sempre assuntos novos para aprender e conversar
- Deixa de fazer tantos planos milimétricos, tudo muda constantemente, adapta-te!

Monday, February 19, 2007

Assim sou eu, mel e fel!

Há que deixar fluir as energias,
Viver para relembrar
Ou quiçá esquecer,
O que já passou, passou
E que tanto magoou!

Partilho tua solidão
E não sei o que quero,
Como algo que me afaga o coração
Em momentos de desespero.

Apodera-se de mim o nada,
Um áspero frio intemporal
Um sentimento tão profundo e sincero
Que me faz sentir mal!

E não consigo pensar
E não me atrevo a agir, ou fugir.

Dou voltas ao meu pensamento
Mergulho numa névoa distorcida,
Numa realidade irreal,
Que se entranha a todo o momento.

Hoje só quero fazer o que me apetecer,
E não me arrepender!
Errar, desiludir-me
Por vezes ser doce,
Depois amarga e cruel
Assim sou eu: mel e fel!

Neste momento em que paro para repensar o que sou, o que sinto, para onde vou e qual o melhor caminho seguir, fico imóvel e apática.

Fico envolta num turbilhão de emoções, de lembranças soltas de relações que foram muitos minutos de vida, que formaram muitas horas, que originaram dias, meses de pura felicidade, que se transformaram depois em amarguras persistentes, dolorosas que me perseguiram dia e noite, mas hoje, hoje a dor já pouco significa, ficou o sentimento do que foi bom. Tudo contribuíu para me transformar no que sou:

Fragilmente forte,
Docemente amarga!
Quem me compreende?
Ninguém!
Quem se importa,
Certamente ninguém!

A todas as pessoas que entraram na minha vida e me fizeram viver, sorrir, chorar, amar, sofrer e crescer o meu sincero obrigado!

Monday, February 12, 2007

A noite me chama...

A noite que me chama,
Algo que me persegue
Que vejo eu,
Que quero eu?
Simplesmente espero,
Espero que o tempo passe
Que o tempo me embale,
Que sossegue o meu desassossego,
Apague o vazio que me preenche
Que sugue a dor indolor
O medo da coragem,
Do Xadrez da vida,
Do preto e do branco,
Do ar que inspiro, expiro.

A noite me chama,
Quer a minha companhia
E eu o que procuro?
Do que me escondo?
De mim dos outros?
De tudo, de nada,
De nada, do Amor?
É bom viver aqui e agora
De nada me escondo na verdade
O mundo é a minha vida
É a inspiração que me motiva
E aqui estou para o que der e vier!

Tuesday, February 6, 2007

Legalizar IVG e criar programas apoio

Um grande obrigado aos meus amigos pelos valiosos comentários aos meus mail (informação que consta neste blog) e partilho também os vossos receios e questões!

Penso que o melhor é legalizar para criar os mecanismos de apoio a pessoas que pretendem fazer o aborto... até porque as mulheres nesta situação até poderiam vir a mudar de ideias…

Assim haveriam consultas para apoiar as pessoas, para analisar cada caso, questionar as pessoas, criar um “programa” para mães solteiras ou para adopção logo após o nascimento e divulgá-lo e sensibilizando estas pessoas.

Desta forma antes de as pessoas recorrerem ao aborto clandestino haveria uma hipótese de as pessoas terem apoio psicológico e eventualmente considerarem a hipótese de levar a gravidez até ao fim de uma forma consciente por haver a opção eficiente e eficaz de adopção ou apoio a mães solteiras.

Segue ainda uns comentários de umas pessoas amigas:


Cito MR

“Aprecio a tua coragem e disponibilidade em fazer notar a tua opinião!

Digamos k SUZANA, como sempre. Concordo em muitos pontos contigo mas a minha preocupação tomou outros rumos... para mim está claro a despenalização do aborto, a questão está: em k termos, condições e circunstâncias poderá ser feita?

Não poderei votar SIM ou NÃO, sem antes "balizar" a referida pergunta: - Quando fazer? - Como fazer? - Onde fazer? - Porquê fazer? - Para quê? Dizer SIM, implica (e poderá originar) outras complexidades até então não referidas... o NÃO gera e perpétua muitas adversidades já conhecidas.

Votando SIM, as pessoas deverão ser alertadas para o facto de k não deverá ser "simplesmente" uma pratica normal e consentida por todos mas sim uma "solução" para situações de "risco involuntário":

Ex: fetos com deficiências profundas, violações, HIV, podridão, pessoas incapacitadas para criarem uma criança com dignidade... Não podendo ser praticado por caprichos ou descuidos sexuais.

Votando NÃO, apelamos certamente à ética e a favor da VIDA. Por tudo isto, estou certa do k pretendo com o meu SIM, mas receosa pelo rumo k lhe poderão dar... Espero poder dizer de consciência tranquila k contribui para a evolução de uma nova sociedade mais justa e saudável, se possível!”


Cito CL

”Concordo com tudo o que dizes, mas ainda acrescento alguns pontos de vista.

1. Este já é defendido por alguns, mas baseia-se no facto de a lei Portuguesa existente ser semelhante a espanhola, o que mudam são as atitudes e decisões dos médicos portugueses e espanhóis ... difícil de compreender como se pode ir fazer um aborto a Espanha, legalmente, quando a lei é semelhante ... se calhar temos de importar mais médicos espanhóis.

2. Este ainda não ouvi ninguém falar, mas como sabes há coisas que me revoltam .... o feto tem um PAI, não apareceu lá por acaso, se a mãe entender vir a ter o filho mesmo contra vontade do pai, este vira a ser condenado em tribunal a cumprir uma paternidade que não desejava ... e se o sim ganhar? Onde fica o direito do pai em querer ser PAI quando a mãe não quer ser mãe ? quem podera ser responsabilizado se é a despenalização que está em causa? “


Acho que realmente, há sempre "injustiças" e "egoísmos" quando não há acordo… e o bom senso é algo muito subjectivo!